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A magia do Peru Por: Raquel Marques

O Peru foi o destino escolhido desta vez! Um destino que agrada a todos os estilos e paladares. Se quiser fazer um turismo de aventura: Tem! Gastronômico? Tem! Histórico? Tem demais! Místico? Tem também! Cultural? Só tem!
Foram 16 dias. Tempo curto para tanta coisa, mas perfeito para o que já havíamos planejado fazer. Fomos em 2 mulheres: eu e Dani, também fotógrafa.
É um destino perigososo para viajar sozinha ou para mulheres? NÃO! Nos sentimos super seguras e respeitadas.

Nossa meta era cultural e de aventura, por isso, 3 objetivos foram traçados e cumpridos com êxito: Cusco-Machu Picchu + Paracas +Huaraz. É até um destino bem raro entre os turistas brasileiros. Seria mais um destino mochileiro e por isso encontramos muito europeu, chinês e japonês. Brasileiro mesmo prefere algo mais clássico.
Foram 16 dias de aclimatação na altitude (Cusco a cidade mais alta – 3.400m) onde cada organismo reage de um jeito ao chamado soroche (falta oxigênio e o organismo reage com dores de cabeça, tontura e até vômitos e falta de apetite). Mas para nós brasileiros é certeza de uma dorzinha de cabeça ao menos. A regra é: descansar e mascar folha de coca.

A folha de coca foi nossa companheira durante a viagem e lá é sagrada. Nenhum tipo de alucinação ou dormência na língua acontece. É simplesmente um chá ou uma folha que te faz ficar melhor, com disposição e ameniza os sintomas do soroche.

A gastronomia tem para todo mundo: desde a comida criola vendida nos restaurantes de bairro, nas ruas e no mercadão (entre 6 e 8 reais)  até a refinada cozinha turística (a partir de 30 reais chegando a valores exorbitantes em dólar).
Na cozinha turística encontra-se menor variedade do que na rua: são ceviches, milhos variados, frango, pisco sour (bebida com pisco – aguardente de uva que disputa a origem com o Chile), Chicha morada (bebida gelada feita com milho roxo fermentado), pratos com alpacas e cuys (porquinho da índia).
Nas ruas a variedade é maior. Comidas que certamente você não viu em livros de receitas glamurosos, mas que fazem sucesso entre os peruanos: “Chincharrón con mote” (Torresmo com milho doce), “Chuño cola” (Caldo de carne, arroz, salsichas e batatas), “humitas e tamal” (Pamonha salgada com frango ou porco e azeitona) e uma infinita lista. Cevicheria tem em cada esquina e é bem mais apimentada do que aqui no Brasil. Eu particularmente amo pimenta. Quem gosta, tem “aji” de todo tipo e ardência.

A natureza: Tudo muito exuberante, com montanhas que parecem engolir as pequenas cidades. Ali a gente pensa como a natureza é poderosa.

Um povo extremamente acolhedor e simpático. É só falar Brasil que se derretem e querem puxar mais assunto. As cores vivas das roupas contrastam com o marrom de adobe da arquitetura. Para fotos é um deleite! Cada esquina eu queria parar para conversar e fazer fotos.
E não resisti em pedir para uma peruana ensinar a carregar os bebês nas costas. Elas dobram rapidinho o pano e juro que tentei assimilar, mas eu estava mais preocupada em não deixar a bebê cair, rs

Tudo que pudemos compartilhar de cultura local, assim fizemos. E nossa viagem, ainda teve um ápice de trekking. Subimos andando para Machu Picchu (1h30 de escadarias irregulares e pedras), andamos de bote até Islas ballestas para ver leões marinhos e fizemos 2 trekkings em altitude em Huaraz para chegar ao Glaciar Pastoruri (5.100m) e Laguna 69 (4.600m) – a laguna mágica.

Para resumir toda esta encantadora viagem, segue foto com dados da trip. E para quem quiser saber todos os detalhes, temos o relato dia a dia em facebook.com/Fotonamochila.

Até a próxima!

 

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